sábado, 2 de maio de 2009

Já seria o meu Kerigma!....

A vida era como uma libertação
das minhas próprias condenações
era a minha inquietação
constante da minha própria fraqueza

Era como, me questinar a min.
própria as minhas, consequências
eram as minhas circunstâncias
da minha separação com Eles

Comprender eu! que era o real
da minha, própria vida nada
para min,tinha significado
era como uma renuncia da morte.

A obsessão , que eu tinha
era a minha doação total
do que, eu nunca imaginava
me questionava a min, porque
isto me teria, de suceder, a min?
Valeria , mais ter partido !
do que viver, o estigma da Morte

Um comentário:

Lidia Paz disse...

"E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
que se chama coração"...

Fala e encontra nas palavras
a expressão exata do que sentes,
mesmo que no segredo do coração,
não consiga dizer tudo, pois ão teus somente. Bjs
Lindo teus versos.